Discutindo qualidade do solo

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A qualidade do solo é definida como a capacidade de sustentar plantas e animais, mantendo ou aumentando a qualidade da água e do ar, permitindo uma vida saudável a seus habitantes. Além disso, o solo é responsável por produzir sem degradar, de suprir calor, água, ar e nutrientes e redução da contaminação do ambiente. Ufa!

Em condições de vegetação natural (mata), o solo esta em equilíbrio num sistema de ciclagem de nutrientes, ou seja, a nutrição da vegetação vem da decomposição da matéria orgânica. Com o desmatamento e o uso agrícola rompe-se esse equilíbrio natural, ocorrendo importantes alterações nas propriedades do solo principalmente nas camadas superficiais. A mudança da vegetação altera significativamente o equilíbrio do ecossistema. Somando-se a isso o preparo com aração e gradagem pode afetar de forma acentuada estoques de matéria orgânica, pois promove grande degradação da estrutura levando a intensas perdas de matéria orgânica por mineralização e erosão. Pode também causar erosão, compactação, além da perda significativa da fertilidade natural. Do ponto de vista biológico, ocorre diminuição da população e da diversidade microbiana, fatores primordiais para melhoria da qualidade do solo.

Mas por que qualidade do solo é um fator importante da produtividade agrícola?

A qualidade do solo tem duas principais faces: uma ligada às propriedades intrínsecas e outra ligada à parte dinâmica do solo, influenciada pelo seu uso e manejo. A face intrínseca da qualidade refere-se às suas características como textura, profundidade, pedregosidade, declividade, profundidade do lençol freático, CTC (capacidade de troca de cátions), entre outras. Pouco ou nada pode ser feito para que essas características sejam melhoradas. Contudo, o manejo do solo tem forte influência sobre sua parte dinâmica. Processos e/ou funções relacionadas aos atributos físicos, químicos e biológicos do solo são usados para se avaliar sua qualidade. Ou seja, a manutenção da qualidade, ou mesmo seu aumento, esta demonstrada na capacidade deste ambiente em produzir com a mesma eficiência por um longo período do tempo. Como exemplo, pode-se citar o teor de matéria orgânica. O aumento no teor de matéria orgânica ao longo do tempo promove o aumento da fertilidade, da capacidade de reter água e nutrientes e a melhoria de sua qualidade física. Assim, o uso de uma propriedade (matéria orgânica) está diretamente ligado a diversos indicadores de qualidade.

Da mesma forma, o estudo da densidade do solo, pode ser correlacionado com propriedades de retenção de água, aeração, resistência do solo ao crescimento de raízes, compactação e até propriedades hídricas de fluxo de água, erosão e drenagem. Neste caso, o estudo de uma propriedade (densidade do solo) é usado como indicador de várias outras características.

Como se pode aumentar o teor de matéria orgânica e não ter problemas de compactação?

Bom, uma das formas de melhorar a qualidade do solo através do aumento de matéria orgânica e diminuir a compactação é promover a manutenção da cobertura vegetal com palhada. Para isso, é preciso que se tenha no sistema uma taxa de produção de palha maior que a taxa de decomposição. Em áreas onde a taxa de decomposição é elevada, torna-se difícil a manutenção permanente da palhada. Nesses casos, mesmo que não se consiga manter a palhada permanente, dever-se buscar maximizar sua produção sem incorporar para que a cobertura seja a máxima possível. Rotação de culturas e aumento da intensidade de cultivo com mais culturas durante o ano são formas de aumentar a produção de biomassa e, assim, alcançar uma taxa de adição de palhada maior.

Aumentar o teor de matéria orgânica do solo é um grande desafio dos sistemas agrícolas. Sendo alcançado somente em sistemas produtivos muito bem manejados, sob plantio direto, com elevada produção de biomassa e manejo adequado da fertilidade. Mudanças no ambiente, decorrentes de praticas de manejo inadequadas, queima, mecanização, erosão e monocultura podem levar a um rápido declínio do estoque de matéria orgânica, levando ao aumento de carbono da atmosfera e contribuindo para o aquecimento global. Além, é claro, do declínio da qualidade.

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